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quinta-feira, 14 de julho de 2016

O Castigo que nos Trouxe a Paz

 
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados (Isaías 53.2-5).

       Caro(a) leitor(a), quero a princípio lhe saudar com a gloriosa paz de Cristo Jesus, em quem temos a redenção pelo seu sangue e a remissão de nossas ofensas (Efésios 1.7). Também, agradeço ao Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo por mais uma graciosa oportunidade de dispensar-lhe, por intermédio do Espírito Santo, uma humilde reflexão da infalível Palavra de Deus.

       O texto bíblico, no qual pretendo discorrer, foi extraído do livro do profeta messiânico Isaías. Os versículos  acima citados tratam de um ser que está acima de todo principado, poder, potestade, domínio e de todo nome, não só neste século, mas também no vindouro (Efésios 1.21). Ele chama-se Jesus! O texto também aborda um sacrifício impagável, o qual Paulo chama de mistério da piedade, feito por Ele, segundo o beneplácito da sua soberana vontade à toda humanidade. Quando fazemos uma análise, percebemos quão glorioso foi este sacrifício, uma vez que demonstra o amor em sua plenitude e perfeição absoluta.

       Especificamente, nos versículos 4 e 5 temos que Ele tomou sobre si as nossas enfermidades. O profeta Isaías declara que o Messias sofreu o castigo que nos era devido, para nos livrar das nossas enfermidades e doenças. Ele foi ferido pelas nossas transgressões, ou seja, Cristo foi crucificado por nossos pecados e culpas diante de Deus (Salmo 22.16; Zacarias 12.10; João 19.34; 1 Coríntios 15.3). Como nosso substituto, Cristo sofreu o castigo que merecíamos e pagou com pena de morte, e morte de cruz, pelos nosso pecados. Queridos, percebem o amor que Deus concebeu pela sua criatura. Deus nos ama de uma maneira incompreensível, a ponto de entregar seu único filho a uma morte cruel, por mim, por você, por toda a humanidade (João 3. 16)

       O profeta ainda apregoou que pelas suas pisaduras nós fomos sarados. Esta cura refere-se a salvação da alma. É fato que todos nós pecamos e fomos destituídos da glória de Deus, mas Ele, pela sua superabundante graça, nos concedeu salvação e vida eterna por meio da fé em Cristo Jesus. Só Ele pode nos conceder a paz com Deus e a cura de nossa ansiedade, medos e incertezas. Ao ser humano, lhe é posto dois caminhos: o estreito e o espaçoso. Cristo nos aconselhou a entrar pela porta estreita, que é a porta que leva a Ele próprio e por consequência a salvação da alma (Mateus 7.13). Querido(a) leitor(a), rogo em súplicas ao Espírito Santo, que você abra seu coração e creia no real sacrifício de Cristo e não espere o amanhã para fazer essa decisão, pois este não nos pertence. Entregue-se a Jesus enquanto há tempo (Isaías 55.6). Que Deus o abençoe com todas as bênçãos espirituais por Cristo Jesus. Amém!